Gerador de UUID
Gere identificadores UUID v4 aleatórios instantaneamente. Funciona totalmente no seu navegador: nada é enviado a nenhum servidor.
Formato
O que é um UUID?
Um Identificador Único Universal (UUID) é um número de 128 bits usado para identificar informações em sistemas computacionais. Quando gerado segundo os métodos padrão, um UUID é praticamente único no espaço e no tempo, sem exigir uma autoridade central de registro.
Comparação de versões
Versão 1 — Timestamp + Nó
Combina um timestamp de 60 bits com um identificador de nó. É aproximadamente ordenável pela data de criação. Esta ferramenta preenche o segmento de nó com bytes aleatórios em vez de um MAC real, então nunca vaza dados que identifiquem a máquina.
Versão 2 — DCE Security
Definida pela antiga especificação DCE (Distributed Computing Environment): sobrescreve parte do timestamp e do clock sequence com um domínio local e um UID/GID POSIX. Esta ferramenta não a oferece — quase nenhuma biblioteca moderna de UUID oferece — porque nunca foi bem especificada, a substituição destrói a maior parte da precisão do timestamp, e nunca teve adoção real fora de sistemas legados DCE/NCS. A RFC 9562 a mantém apenas por completude histórica.
Versão 3 — Baseada em nome (MD5)
Aplica hash MD5 a um UUID de namespace mais um nome. O mesmo namespace e nome sempre produzem o mesmo UUID, o que a torna útil para gerar IDs estáveis a partir de identificadores existentes — mas o MD5 é um hash legado e fraco.
Versão 4 — Aleatória
Gera UUIDs inteiramente a partir de números aleatórios ou pseudoaleatórios. É a versão mais comum, com excelente distribuição e chance mínima de colisão. Ideal para identificadores únicos de uso geral.
Versão 5 — Baseada em nome (SHA-1)
A mesma ideia da v3, mas aplica hash SHA-1 ao namespace + nome em vez de MD5. A escolha recomendada sempre que você precisar de um UUID determinístico derivado de um nome.
Versão 6 — Timestamp reordenado
Uma reordenação compatível em campos da v1: o mesmo timestamp de 60 bits, mas com os bits mais significativos primeiro. Isso faz com que os UUID v6 sejam ordenados corretamente como strings simples, corrigindo a principal fraqueza da v1 para índices de banco de dados.
Versão 7 — Timestamp Unix + aleatório
Combina um timestamp Unix em milissegundos com dados aleatórios. Por serem ordenados por tempo, os UUID v7 são altamente eficientes para indexação em bancos de dados (como B-trees) comparados ao v4, totalmente aleatório, mantendo excelente unicidade.
Versão 8 — Personalizada
A RFC 9562 deixa a v8 totalmente definida pelo fornecedor/aplicação — apenas os bits de versão e variante são fixos. Esta ferramenta preenche os bits livres com dados aleatórios como exemplo genérico; um sistema real definiria seu próprio layout.
Exemplos
Gere um UUID aleatório (v4) de forma nativa, sem precisar de bibliotecas na maioria das linguagens:
crypto.randomUUID()import uuid
uuid.uuid4()UUID.randomUUID()Guid.NewGuid()import "github.com/google/uuid"
uuid.New()Ramsey\Uuid\Uuid::uuid4()require 'securerandom'
SecureRandom.uuidCasos de uso
Chaves primárias de banco de dados
Gere IDs em qualquer nó sem precisar de uma sequência central ou coordenação — útil para bancos de dados particionados e sistemas com múltiplos escritores. Prefira a v7 aqui: ela é ordenada por tempo, então as inserções ficam agrupadas e os índices B-tree permanecem eficientes.
Chaves de idempotência
Anexe um UUID a uma requisição de API para que as tentativas repetidas (por uma rede instável, um timeout, um duplo clique) sejam reconhecidas como a mesma operação em vez de processadas duas vezes.
IDs de correlação e rastreamento
Marque uma requisição com um UUID quando ela entra no seu sistema e passe-o por cada chamada a serviços downstream e cada linha de log, assim você consegue acompanhar uma requisição em um sistema distribuído.
Nomeação de arquivos e objetos
Nomeie uploads, arquivos gerados ou objetos em armazenamento (buckets tipo S3) com um UUID para evitar colisões entre usuários ou uploads simultâneos, sem precisar verificar o que já existe.
IDs gerados no cliente / offline-first
Deixe um aplicativo móvel ou formulário offline gerar seu próprio ID antes mesmo de chegar a um servidor — sem precisar de um round-trip para obter um identificador único, e sem risco de colisão quando o registro finalmente sincronizar.